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| VACINAS | DO NASCIMENTO AOS 2 ANOS DE IDADE | DOS 3 AOS 14 ANOS | ||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ao nascer |
1 mês |
2 meses |
3 meses |
4 meses |
5 meses |
6 meses |
7 meses |
9 meses |
12 meses |
15 meses |
18 meses |
3 anos |
4 anos |
5 anos |
6 anos |
11-12 anos |
14 anos |
|
| BCG ID | 1ª dose | |||||||||||||||||
| Hepatite B | 1ª dose | 2ª dose | 3ª dose | |||||||||||||||
| Tríplice bacteriana (DTP ou DTPa) (1) |
1ª dose | 2ª dose | 3ª dose | REFORÇO | REFORÇO | |||||||||||||
| Hemófilos tipo b | 1ª dose | 2ª dose | 3ª dose | REFORÇO | ||||||||||||||
| Poliomielite (vírus inativados) |
1ª dose | 2ª dose | 3ª dose | REFORÇO | REFORÇO | |||||||||||||
| Rotavírus (2) | Duas a três doses, de acordo com o fabricante |
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| Pneumocócica conjugada (3) |
1ª dose | 2ª dose | 3ª dose | REF | ||||||||||||||
| Meningocócica C conjugada (4) | 1ª dose | 2ª dose | REFORÇO | |||||||||||||||
| Influenza (gripe) (5) | 1ª dose | 2ª dose | REFORÇO ANUAL | |||||||||||||||
| Poliomielite oral (vírus vivos atenuados) |
DIAS NACIONAIS DE VACINAÇÃO | |||||||||||||||||
| Febre Amarela (6) | 1ª dose | |||||||||||||||||
| Hepatite A | 1ª dose | 2ª dose | ||||||||||||||||
| Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) | 1ª dose | 2ª dose | ||||||||||||||||
| Varicela (catapora) (7) | 1ª dose | 2ª dose | ||||||||||||||||
| HPV (8) | 3 doses | |||||||||||||||||
| Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa) | REF | |||||||||||||||||
VACINA SÊXTUPLA (“HEXA”): O uso da vacina combinada com seis componentes - vacinas contra hepatite B, tríplice bacteriana acelular, contra infecções por hemófilos do tipo b e contra a poliomielite (com vírus inativados) - deve ser adotado sempre que possível, com o intuito de diminuir o número de injeções e reduzir a frequência e a intensidade de eventos adversos.
VACINA QUÍNTUPLA (“PENTA”): O uso da vacina combinada com cinco componentes - vacinas tríplice bacteriana acelular, contra infecções por hemófilos do tipo b e contra a poliomielite (com vírus inativados) - deve ser adotado sempre que possível, pelos mesmos motivos citados para a vacina sêxtupla.
(1) O uso da vacina tríplice bacteriana acelular (DTPa) é preferível ao da vacina tríplice bacteriana de células inteiras (DTP), pois a sua eficiência é semelhante à da DTP e porque os eventos adversos associados com sua administração são menos frequentes e menos intensos do que os induzidos pela DTP. Além disso, as apresentações combinadas à DTPa permitem o uso da vacina inativada contra poliomielite.
(2) As vacinas contra infecções por rotavírus licenciadas para uso no Brasil devem ser indicadas o mais precocemente possível, a partir de seis semanas de idade.
A vacina produzida pelo laboratório GSK está disponível na rede pública, no esquema: primeira dose aos dois meses de vida e a segunda dose aos quatro meses de vida, sendo que a primeira dose não poderá ser aplicada após 14 semanas de vida e a segunda após 24 semanas de vida. A vacina produzida pelo laboratório MSD está disponível apenas na rede privada, com esquema de três doses: a primeira dose aos dois meses de vida, a segunda dose aos quatro meses de vida e a terceira dose aos seis meses de vida, sendo que a primeira dose não poderá ser aplicada após 12 semanas de vida, a segunda após 22 semanas de vida e a terceira após 32 semanas de vida.
As vacinas contra o rotavírus estão contraindicadas para imunodeprimidos.
(3) Começar o esquema de vacinação com a vacina pneumocócica conjugada 7-valente ou 10-valente o mais precocemente possível (no segundo mês de vida). Quando a aplicação dessa vacina não tiver sido iniciada aos dois meses de vida, o esquema de sua administração varia conforme a idade em que a vacinação for iniciada: entre sete e 11 meses de idade: duas doses com intervalo de dois meses, e terceira dose aos 15 meses de idade; entre 12 e 23 meses de idade: duas doses com intervalo de dois meses; a partir do segundo ano de vida, dose única, exceto em imunodeprimidos, que devem receber duas doses com intervalo de dois meses entre elas. A vacina 10-valente não está licenciada para maiores de dois anos de idade.
(4) A vacina meningocócica C conjugada pode ser aplicada a partir dos dois meses de vida. Recomenda-se iniciar a vacinação ainda no primeiro ano de vida visto a incidência e letalidade maior nessa faixa etária. Como as demais vacinas conjugadas, é recomendada dose de reforço no segundo ano de vida.
(5) A vacina contra a influenza (gripe) deve ser aplicada a partir dos seis meses de idade, respeitando-se a sazonalidade da doença.
(6) A vacina contra a febre amarela deve ser indicada para habitantes de áreas endêmicas e pessoas que vão viajar para essas regiões.
(7) Estima-se que uma só dose da vacina contra a varicela induza imunidade contra a infecção em 70% a 90% das crianças que a receberam, e em 95% a 98%, contra as formas graves da doença. Contudo, não é incomum a ocorrência dessa virose em crianças que já receberam uma dose dessa vacina. Portanto, recomenda-se a aplicação de duas doses da vacina contra varicela, com intervalo mínimo de três meses.
Quando for disponibilizada para uso rotineiro no Brasil, a vacina Quádrupla Viral - constituída pela combinação da vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) com a vacina contra varicela - poderá ser introduzida no esquema de vacinação da criança, o que já ocorre em outros países.
(8) A princípio, apenas as meninas deverão ser vacinadas. Sempre que possível, a vacina anti-HPV deve ser aplicada preferencialmente na adolescência, antes de iniciada a vida sexual, entre 11 e 12 anos de idade. Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: Vacina Quadrivalente Recombinante contra papilomavírus humano (tipos 6, 11, 16, 18) da MSD, com esquemas de intervalos de 0-2-6 meses, indicada para meninas e mulheres de nove a 26 anos de idade e a Vacina contra HPV oncogênico (16 e 18, recombinante, com adjuvante AS04), da GSK, com esquemas de intervalos de 0-1-6 meses em meninas e mulheres de dez a 25 anos de idade.